
Num grupo de discussão de profissionais de comunicação de que faço parte, o twitter tem sido assunto recorrente. Um dos último comentários refere-se a uma entrevista a José Saramago, feita pelo Diário Digital, em que o escritor afirma que o twitter "Nem sequer é para mim uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido."
Discordo. Para falar a verdade, o dinamismo que a comunicação alcançou hj me faz, entre outras coisas, levantar da cama (como agora) para escrever, ler e pesquisar. A possibilidade de interação e dé disseminação da informação com as novas mídias é fantástica e me assombra. A cada dia conheço novos cases de pessoas físicas ou jurídicas que, se comunicando de forma totalmente impensada há pouco tempo, alcançam uma audiência e, o melhor, um índice de resposta, antes totalmente inimagináveis. Outro fato que julgo imprtante: muitas vezes usam como recurso apenas seu capital intelectual. Mesmo considerando todos os percentuais de acesso à tecnologia, que ainda suscitam programas de inclusão digital, ouso dizer que a informação nunca se disseminou de forma tão democrática.
A dificuldade q se impõe, no entanto, é a capacidade de filtrar (como bem disse a Juliana). E isso vale tto para o receptor qto para o emissor da informação (que alternam seus papéis dianamica e continuamente). Não sou heavy user, mas acho q as possbilidades que essa nova ferramenta me abriu vão mto além do grunhido... Voltei até a escrever um blog, estimulada pela possibilidade de interagir com tantas pessoas e pelo sonho de provocar alguma reflexoes...
Vale a pena ler a última newsletter da Múltipla Comunicação sobre esse assunto.